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A mediunidade de cura e de efeitos físicos E-mail
Dom, 05 de Abril de 2009 20:54
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A mediunidade de cura e de efeitos físicos
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A mediunidade curadora é a capacidade que certos médiuns possuem de curar moléstias do corpo físico, provocando reações reparadoras de tecidos e órgãos, incluindo aquelas oriundas de influenciação espiritual.

De modo semelhante aos médiuns de efeitos físicos que emitem ectoplasma, ou seja, fluido próprio para a produção de fenômenos físicos, os médiuns de cura emitem fluidos adequados às reparações no corpo humano.

O fluido, em essência, é sempre o mesmo: substância cósmica fundamental, mas suas propriedades e efeitos variam imensamente conforme a natureza da fonte geradora imediata, da vibração específica e, em muitos casos como por exemplo este, de cura, segundo o sentimento que presidiu ao ato da emissão. Ambos são ectoplasmas, mas estão em estados diferentes.

Para efeito didático, vamos denominar ecotoplasma para efeitos físicos e ectoplasma para cura. A diferença entre os dois fenômenos está, no primeiro caso (para efeitos físicos), o fluido que é pesado, denso, próprio à elaboração de formas ou à produção de efeitos objetivos por condensação, ao passo que, no segundo (para curas), é sutilizado, radiante, próprio a alterar condições vibratórias preexistentes.

No entanto, quer se trate de fenômenos de cura ou de fenômenos de efeitos físicos, a realização do fenômeno exige sempre a interferência de desencarnados: técnicos e operadores que submetem os fluidos irradiados por médiuns, a avançado processo de química transcendental nos laboratórios do "lado espiritual".

Médiuns são instrumentos que fornecem a matéria prima fluídica. Quem realiza os fenômenos são os Espíritos. Quando o médium não age bem, Entidades encarregadas de utilizarem os fluídos para a realização das curas se afastam e aquele deixa de curar.

ESPÍRITOS DIRIGEM E AUMENTAM A FORÇA DOS FLUIDOS

Fala Kardec (GE, cap. 14, item 33) que o "fluido espiritual, combinado com o fluido humano, dá a este último as qualidades que lhe faltam. O auxílio dos Espíritos, em tais circunstâncias, é por vezes espontâneo, porém, com mais freqüência, é provocado pelo do magnetizador". Em O Livro dos Médiuns, capítulo 14, item 176, dizem os amigos espirituais: "A força magnética reside, sem dúvida, no homem, mas é aumentada pela ação dos Espíritos que ele chama em seu auxílio".

O MÉDIUM CURADOR

O médium curador, além do magnetismo próprio, goza da aptidão de captar esses fluidos leves e benignos nas fontes energéticas da natureza, irradiando-os em seguida sobre o doente, revigorando órgãos, normalizando funções, destruindo placas e quistos fluídicos produzidos por auto-obsessão ou por influenciação direta. Põe-se ele em contato com essas fontes, orando e concentrando-se, animado pelo desejo de exercer a caridade evangélica, e como a lei do amor é a que preside a todos os atos da vida espiritual superior, ele se coloca em condições de vibrar em consonância com todas as atividades universais da Criação, encadeia forças de alto poder construtivo que, então, vertem sobre ele e se transferem ao doente que, por seu turno, pela fé ou pela esperança, se colocou na mesma sintonia vibratória.
Assim, os fluidos radiantes interpenetram o corpo físico do enfermo, atingem o campo da vida celular, bombardeiam os átomos, elevam-lhes a vibração íntima, e injetam nas células vitalidade mais intensa que, em conseqüência, acelera as trocas (assimilação, eliminação) do que tudo, por fim, resulta uma alteração benéfica, que repara lesões ou equilibra funções no corpo físico. A CURA SEGUNDO ALLAN KARDEC

De uma maneira primorosa Kardec nos situa: "A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada, mas depende também da energia da vontade que, quanto maior for, mais abundante emissão fluídica provocará dando maior força de penetração ao fluido. Depende ainda das intenções daquele que deseje realizar a cura, seja homem ou Espírito.

OPINIÃO DO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ

André Luiz, em Nos Domínios da Mediunidade, cap. 17, diz que "o pensamento influi de maneira decisiva na doação de princípios curadores. Sem a idéia iluminada pela fé e pela boa vontade, o médium não conseguiria ligação com os Espíritos que atuam sobre essas bases".